| Resenha: |
| Michel Quoist, através de fatos cotidianos, salientou bem as grandes linhas da adolescência feminina: a curiosidade ante o mistério da maternidade, a sede de independência, a sensibilidade, a procura de um dom de si... Para a criação desta obra, o autor leu grande número de diários de adolescentes, anotou, estudou, fez entrevistas, teve diversos contatos humanos e acumulou grande experiência para dar vida a à personagem Ana Maria, adolescente como muitas outras, adolescente capaz de fazer com que outras adolescentes nela se reconheçam e por ela se afirmem. O autor quer mostrar com naturalidade e através de uma experiência que qualquer adolescente pode viver, tomo todas essas forças devem ser canalizadas, orientadas em vista de uma grande missão: a plena realização da mulher no plano humano e divino. O Diário de Ana Maria ajudará as adolescentes e também a seus pais e educadores. Quem sabe mesmo não poderá ele ser a “ponte” que vença as barreiras que muitas vezes a timidez estabelece entre mães e filhas?! Ana Maria dará aos jovens a resposta por que anseiam e quando mais tarde, quem sabe?, as Anas Marias se encontrarem, sentir-se-ão felizes pela plenitude que lhes trouxe uma adolescência conscientemente vivida. |
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
O diário de Ana Maria
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