quinta-feira, 19 de maio de 2016

Resumo do livro- As Valkírias de Paulo Coelho


Uma história ocorrida entre 5 de setembro e 17 de outubro de 1988 deixou Paulo, personagem do livro e da vida real, contente. Ao lado de sua esposa, Chris, saem para uma viagem para poucos e raros entendedores, uma corrida, uma emoção... quarenta dias que farão contato com suas questões e conflitos mais íntimos.

Paulo e a esposa vão na intenção, um tanto quanto desafiadora, sutil e ansiosa, de realizar uma tarefa pessoal dele, a tarefa de ver seu anjo da guarda. 

Um deserto estadunidense, o deserto do Mojave – nome dado devido a grande predominância de cobras Mojave, um tipo de cascavel – era o destino escolhido. Era onde ele poderia se concentrar no Extraordinário. Lá, Paulo tinha um contato, dentre tantos que tinha espalhados em cada canto do mundo. 

Took, um garoto que não passava dos seus vinte anos e morava num trailer estacionado em pleno deserto era seu contato. Era filho de um poderoso mago. Foi ele quem falou das Valkírias para Paulo, dizendo que elas são ciumentas e duras, mas que poderiam facilitar Paulo em sua tarefa. Também contou que conseguiu ver seu anjo quando elas passavam por ali, por perto do trailer, quando ele dominava sua segunda mente. Sim, segunda mente, funcionam juntas – primeira e segunda – e dependem  do seu próprio esforço para controlá-las.

A gente sempre destrói aquilo que mais ama
em campo aberto, ou numa emboscada;
alguns com a leveza do carinho
outros com a dureza da palavra;
os covardes destroem com um beijo,
os valentes, destroem com a espada.
Oscar Wilde, "Balada do cárcere de Reading" – trecho exposto no decorrer do livro


Took o instruiu durante bastante tempo. Certo dia, num posto de gasolina, Paulo se depara com moças à cavalo, que rodeavam o posto sobre seus animais. Eram oito ao todo. Uma delas fixa o olhar em Paulo e, a partir daí, Vahalla, uma Valkíria, começa a fazer parte dos seus próximos dias. Segundo Vahalla, para ver seu anjo são necessárias três coisas: romper um acordo, aceitar um perdão e fazer uma aposta.

Vahalla acompanha e instrui Paulo por alguns próximos dias, à fim de realizar sua possível tarefa.

Walkyrias: ninfas do palácio de Votan. Para Paulo, não fazia diferença quem era Votan. Mensageiras dos deuses, conduziam os heróis à morte – e depois, ao paraíso. Excitam os combatentes pelo amor que seu charme inspira em seus corações, e pelo exemplo de bravura à frente das batalhas, montadas em corcéis rápidos como as nuvens, e ensurdecedores como a tempestade. Simbolizam ao mesmo tempo a embriaguez da coragem e o descanso do guerreiro, a aventura do amor em luta, o encontro e a perda.

Um livro interessante pela simplicidade tanto das palavras quanto da história, mas a esta última, agrega-se profundidade, empenho, perseverança, um tanto de decepção e a volta por cima de tudo isso.

Um comentário:

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