| Poeminha Sentimental Mário Quintana O meu amor, o meu amor, Maria É como um fio telegráfico da estrada Aonde vêm pousar as andorinhas... De vez em quando chega uma E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!) Canta e vai-se embora Outra, nem isso, Mal chega, vai-se embora. A última que passou Limitou-se a fazer cocô No meu pobre fio de vida! No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo: As andorinhas é que mudam. |
Literatura, história e cultura em resumos, análises e revistas digitais para estudantes e leitores.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Poeminha Sentimental Mário Quintana
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Jornal Resumindo a Literatura Machado de Assis: o mestre que dissecou a alma brasileira
Introdução Machado de Assis: O "Bruxo" que Hackeou a Alma Humana (e por que ele ainda é mais moderno que você) Vivemos em uma er...
-
ANÁLISE DO POEMA _ARTE DE AMAR DE MANUEL BANDEIRA “Arte de amar” é um poema de Manuel Bandeira que compõe a...
-
[ editar ] A versão moderna mais conhecida Uma menina conhecida como Chapeuzinho Vermelho, atravessa a floresta para entregar uma ces...
Nenhum comentário:
Postar um comentário