sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Duas Mineiras ganham o Prêmio Jabuti


Avener Prado/Folhapress

Duas mineiras, a jornalista Miriam Leitão, nascida em Caratinga, no Vale do Aço, e Stella Maris Rezende, de Dores do Indaiá, foram as grandes vencedoras, respectivamente, do Livro do Ano de não ficção e ficção, do Prêmio Jabuti 2012. O anúncio foi feito na noite de quarta-feira, em São Paulo, com a presença das autoras. Os demais ganhadores das 29 categorias, que já haviam sido anunciados em 16 outubro, também foram chamados ao palco para receber suas condecorações, assim como os segundos e terceiros lugares. Para o livro do ano, apenas os vencedores de cada uma das categorias entram na disputa.

No caso de Stella Maris Rezende, a comemoração foi dupla, já que sua novela A mocinha do Mercado Central (Editora Globo), além de ter faturado o primeiro lugar na categoria infantojuvenil, ganhou como melhor Livro do Ano de ficção, enquanto  A guardiã dos segredos de família ficou com o segundo lugar. Em conversa ontem com o Estado de Minas, enquanto aguardava no aeroporto de Congonhas a hora de voltar para o Rio, Stella Maris disse que não cabia em si de alegria. “O prêmio dado ao livro A mocinha do Mercado Central  não foi só para mim, mas para toda a literatura infantojuvenil do Brasil. Foi uma surpresa e tanto, e acho que é a primeira vez que isso ocorre”, disse a escritora, que manifestou o desejo de, em breve, poder lançar o livro no “Mercadão” de Belo Horizonte.

Vivendo atualmente no Rio, depois de ter morado muitos anos em Brasília, Stella Maris Rezende, que também é atriz e cantora, passou parte da infância em Belo Horizonte, no Bairro Salgado Filho. “Lá eu passeava de charrete, brincava de guisadinho, e vinha passear na cidade com a minha mãe. Foi quando conheci o Mercado Central, e fiquei fascinada”, conta a escritora. No caso de A mocinha do Mercado Central, a personagem central, Maria Campos, que no decorrer da trama vai mudando de nomes, adora tomar café e comer biscoitos de queijo no mercado. “Daí surgiu seu apelido, que lhe foi dado por um desenhista que ela tinha conhecido na Praça Raul Soares, bem pertinho do mercado”, diz Stella.

Quem também não escondia sua felicidade na quarta-feira à noite era Miriam Leitão, que faturou a premiação de livro do ano de não ficção com Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda, lançado pela Record. Disse, logo depois de ter recebido o troféu, que estava transbordando de alegria, e também anunciou que está com três livros infantis prontos, em processo de negociação com uma editora.

O primeiro colocado em cada uma das 29 categorias do Jabuti, além de ter recebido um troféu, levou para casa um prêmio em dinheiro de R$ 3 mil. Para as vencedoras de livro do ano o prêmio foi de R$ 30 mil (para cada uma).
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Histórias Extraordinárias de Allan Poe

Histórias Extraordinárias - Col. Saraiva De Bolso
Histórias Extraordinárias - Col. Saraiva De Bolso
Editora: Saraiva de Bolso
"Histórias extraordinárias" é uma coletânea de 18 contos publicados entre 1833 e 1845. São histórias clássicas da literatura de terror e policial, como “Os crimes da rua Morgue” — em que violentos assassinatos sem pistas desafiam o gênio do detetive C. Auguste Dupin — e “O barril de Amontillado” — um dos relatos mais cruéis de Poe, em que a... [LEIA+]

O corvo-Edgard Allan Poe

edgar-allan-poe


Posted: 27 Nov 2012 04:21 AM PST
Edgar Allan Poe – O Corvo
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
“Uma visita”, eu me disse, “está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais.”
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu’ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P’ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
“É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais”.
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
“Senhor”, eu disse, “ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi…” E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
“Por certo”, disse eu, “aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.”
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
“É o vento, e nada mais.”
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
“Tens o aspecto tosquiado”, disse eu, “mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.”
Disse o corvo, “Nunca mais”.
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos seus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome “Nunca mais”.
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, “Amigos, sonhos – mortais
Todos – todos já se foram. Amanhã também te vais”.
Disse o corvo, “Nunca mais”.
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
“Por certo”, disse eu, “são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp’rança de seu canto cheio de ais
Era este “Nunca mais”.
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu’ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele “Nunca mais”.
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sombras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sombras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
“Maldito!”, a mim disse, “deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.
“Profeta”, disse eu, “profeta – ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, “Nunca mais”.
“Profeta”, disse eu, “profeta – ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.
“Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!”, eu disse. “Parte!
Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
E a minhalma dessa sombra que no chão há mais e mais,
Libertar-se-á… nunca mais!
Edgar Allan Poe, tradução de Fernando Pessoa – fonte)
Veja aqui a tradução de Machado de Assis (acho-a melhor)


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O Gênio do crime-João Carlos Marinho


Resumo: O gênio do crime de João Carlos Marinho

MARINHO, João Carlos. O Gênio do Crime: Global; São Paulo.1997.
Esta história conta sobre um gordo chamado Bolacha que coleciona figurinhas de futebol. Um dia o dono da fábrica de figurinha (Seu Tomé) descobre que tem uma fábrica clandestina fazendo figurinhas falsas, mas iguais às verdadeiras. Então "contrata" o Gordo (Bolacha) e seus amigos (Pituca e Edmundo) para investigar. Leia o livro, é muito legal!
Se você gostar, ainda tem a coleção da turma do gordo: “Sangue fresco”, ”O livro da Berenice”, “Berenice detetive”, “O caneco de prata”, entre outros.
Uma reunião no quarto do Bolacha, todos tristes e desanimados. Um de cara inchada , outro de joelho machucado.Edmundo chateado diz que o Sistema do Cambista era perfeito, não dá para segui-lo. A polícia fracassou, os detetives e nós fomos um fracasso.Agora que ele sabe de tudo vai ter muito mais cuidado e nada vamos conseguir, disse Pituca.Ele tem paciência de chinês, demora mais de duas horas só para fazer caminhos que despiste todos. Ele é osso duro de roer. Cada um dava uma explicação.Bolacha só escutava, comendo suas torradas. Passou geléia na torrada quentinha e ia comer quando de repente largou a torrada e gritou: - Pera aí ! Tem uma idéia dançando na minha cabeça e parece boa. Ela vai volta e não consigo pegar. Ele começou a andar até perto do trem elétrico e voltava. Todos estavam sem saber o que fazer. Achavam que ele estava em transe. Ele pedia silêncio para poder pegar a idéia quando ela chegasse.Foram muitas tentativas.Cada amigo dava uma explicação, e era uma pior que a outra.Pituca dizia que ele era metido, para ter idéia precisava tanto carnaval ?- Peguei ! - grita o gordo. Vamos seguir o cambista ao avesso.Todos ficaram assustados e pediram para explicar melhor.A idéia se resumia em esperar o cambista mais cedo e ver de onde ele vinha, no outro dia a mesma coisa até ver de onde ele saia, e depois do horário em que ele chegava em casa até o largo para saber onde era a sua casa e a fábrica clandestina.Todos gritaram abraçando o Bolacha e dizendo ser a melhor idéia que já tinham ouvido. Ele era o Gênio do crime ao avesso.
•O Gênio do Crime inaugurou em 1969 as aventuras da Turma do Gordo, dando início a uma série de histórias de aventura, mistério e suspense, salpicadas com boa dose de humor.
Com todos os ingredientes das histórias policiais: uma intriga instigante, a presença de um enigma a desvendar, detetives , suspeitos , testemunhas e um enredo bem engendrado, a obra foi muito bem recebida pela crítica e pelos leitores na época da publicação e continua até hoje fazendo sucesso, já na 48a edição.
O tema, a falsificação de figurinhas por uma fábrica clandestina, move o universo das personagens, um grupo de amigos , na tentativa de conquistar o prêmio (um jogo de camisas de um time de futebol oferecido àqueles que completassem o álbum) , vão reclamar seus direitos na fábrica e acabam tornando-se amigos do fabricante das figurinhas, que quase vai à falência por causa do derrame de figurinhas falsas de uma fábrica clandestina.
Conquistada a simpatia do Seu Tomé, dono da fábrica, e do Mr, detetive inglês invicto, contratado para descobrir os falsários, os meninos ganham a simpatia do especialista e passam a agir como auxiliares do detetive.
Vigiar cambistas, seguir pistas, arriscar-se em manobras perigosas dão à intriga policial o sabor da aventura, seduzem e enredam o pequeno leitor que com os meninos se identifica e vive intensamente até o desvendamento do enigma.
O texto, numa linguagem direta e acessível ao leitor.

Apresentação do livro-Kiko e Juanita ajudam Ralf


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Apresentação do livro Kiko e Juanita ajudam Ralf

domingo, 25 de novembro de 2012

Essa coisa brilhante que é chamada chuva-Cíntia Mosccovivh


RESUMO DO LIVRO ESSA COISA BRILHANTE QUE É A CHUVA


Depois de lançar Por que sou gorda, mamãe?, um dos mais apreciados romances brasileiros em 2006, Cíntia Moscovich apresenta ao público Essa coisa brilhante que é a chuva, volume que reúne contos inéditos escritos ao longo de seis anos e que teve o patrocínio de Petrobras Cultural e do Ministério da Cultura. 
Com muita originalidade e impressionante sensibilidade, Cíntia Moscovich aborda temas corriqueiros e inevitáveis: o ciúme do filho pela mãe, a adoção de um cachorro abandonado, um jovem casal às voltas com uma reforma na casa.  Valendo-se de muito humor — e da tragédia sempre correspondente —, a autora conseguiu uma reunião de contos tão coesos, e tãodivertidos, que mais parecem uma só narrativa, tornando a leitura uma experiência única.
Segundo Fabrício Carpinejar, que assina a orelha do volume, “Esse livro é um retrato antológico de Cíntia Moscovich. É quando a gente sabe com quem a gente está falando: estou conversando com o tempo. Estou conversando com o futuro. Estou conversando com o Manual de Literatura de meu neto.  Estou conversando com um clássico.”
Fonte: Grupo Editoral Record

A cidade Mágica -Drew Lerman


Aposto que se você julgasse pela capa e pelo título, talvez não desse uma chance para o livro. Se você soubesse que o autor começou a escrever este livro quando tinha apenas 16 anos e que este foi seu primeiro livro publicado, talvez ficasse curioso, ou talvez pensasse que o jovem autor não tem muitas coisas a dizer além do que sempre é dito nos livros YA's. E é por isso que tive tanto receio de escrever essa resenha: é simplesmente muito difícil resenhar um livro que a gente gostou tanto e que tem uma história tão interessante.

Henry é um garoto que sofre do transtorno de estresse pós-traumático. Vive tomando vários e vários comprimidos e foge de tudo que o faça lembrar daquela noite onde sua vida mudou tão de repente. Tudo andava na rotina, até que Henry e sua namorada terminam e ele faz um novo amigo, Charlie. Até aí a história soa comum, nada de inovador, a mesma história de sempre. Porém, a partir dessa amizade, a história vai tomando rumos inesperados no imaginário e nos diálogos entre os dois amigos. Religião, vida, morte, destino, escola, amor... São muitos os assuntos que são discutidos. É como se enquanto Henry tivesse milhares de dúvidas, Charlie aparecesse com algumas resposta, mas ainda mais dúvidas. Enquanto Henry acha que tudo é subjetivo, Charlie divide o mundo em compartimentos, cataloga as pessoas em tipos, cria filosofias de vida na base do "viva o hoje sem se importar com o amanhã", "faça o que der na telha".


O que aparenta é que Charlie e Henry foram apenas mecanismos utilizados pelo autor para organizar suas próprias ideias. Explico: quem nunca teve ideias opostas dentro de si? Como saber o que é certo e o que errado quando há tanto a se considerar? É como se Charlie e Henry fossem uma única pessoa, mas cada um representando um desses lados, discutindo entre si a fim de chegar à uma resposta (esta que talvez nunca seja encontrada). Ler "Cidade Mágica" é como encontrar a si próprio e ver em palavras muitos daqueles pensamentos confusos que aparecem em nossa mente quando somos jovens. 

"É um negócio complicado, crescer. Você passa sua vida inteira acreditando que o mundo é de um jeito e, então, do nada, tudo muda. Você percebe que talvez seus pais não saibam de tudo, seu governo é corrupto, seus ancestrais são assassinos. Você descobre que um dia vai morrer e, depois disso, quem sabe realmente o que acontece? Em pequenas doses, você aprende que o mundo não é absolutamente nada parecido com o que as pessoas lhe contaram."

É um livro psicológico e que, consequentemente, nos faz pensar. Fui fisgada já na sinopse e não larguei o livro até chegar a conclusão, já curiosa para saber quem foi o autor desse livro tão inexplicável. O livro conta com, basicamente, cinco personagens, mas o foco é totalmente em Charlie e Henry, ou melhor, em suas ideias sobre tudo. É um livro para adolescentes escrito por um adolescente, retratando todo aquele período de dúvidas, mas sem pisar na terra dos clichês ou das histórias comuns! Super, mega, ultra indicado!

"Cidade Mágica" será lançado pela Bertrand Brasil ainda este mês.

A útima Pepita- Lucas Figueredo


filboxaudiovisuais enviou Ler Mais, Ler Melhor - A Última Pepita de Lucas Figueiredo, publicado pela Editora Marcador.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Educação Começa em casa


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Faça a sua parte! Acompanhe a lição de casa do seu filho
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Educar para Crescer desenvolveu uma cartilha em parceria com o Estúdios Mauricio de Sousa para falar sobre a importância da Educação
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26 motivos para fazer atividades físicas e esportes na escola
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A civilização do Espetáculo- Mario Vargas -llosa

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Ler Mais, Ler Melhor - A Civilização do Espetáculo, de Mario Vargas Llosa, publicado pela Quetzal Editores

domingo, 18 de novembro de 2012

O Pequeno Príncipe- Antonie de Saint Exupéry


Resumo do Livro "O pequeno Príncipe"

Olá,
O livro do qual faremos um resumo se inicia com a história de um homem (narrado em 1° Pessoa ), que recorda o seu primeiro desenho de criança, onde foi aos seis anos de idade desencorajado pelos adultos por não reconhecerem sua capacidade artística (ele havia desenhado um elefante engolido por uma jiboia, porém os adultos só diziam que era um chapéu) e assim frustraram sua tentativa de fazer com que os adultos enxergassem além das aparências.Não havia mais sentido continuar com os desenhos de jiboias e então passou a ser piloto de avião.
Certo dia, houve uma pane em seu avião, vindo a cair no Deserto de Saara, e lá que conhece o pequeno Príncipe . No deserto o menino lhe pede para desenhar um carneiro. "Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer."Então o homem delineou a única coisa que havia desenhado até então: um elefante engolido por uma jiboia.
O Pequeno Príncipe lhe disse que não queria um elefante engolido por uma jiboia e sim um carneiro. Depois de muitas tentativas ,teve a ideia de desenhar uma caixa, pois tinha pressa em arrumar seu avião,pois iriam ficar sem água. Era exatamente isso que ele queria, para a surpresa do homem.O príncipe desvendava seus mistérios pouco a pouco sem nunca abrir mão do que havia perguntado.Explicou-lhe qual o motivo de querer um carneiro. Era porque em seu planeta muito pequeno não havia espaço para baobás, que crescem muito e nasciam de monte no planeta.
Através do principezinho, o homem aprende a dar valor para as coisas mais simples da vida como contemplar o pôr do sol e admirar a beleza de uma rosa e etc...
Ele contou também que antes de chegar a terra, ele passou por outros planetas. No primeiro era habitado por um rei que acredita que todos são seus súditos e nos ensina que cada um só pode dar o que tem para oferecer.No segundo um vaidoso que só ouvia elogios. Ele nos mostra que não precisamos de ninguém para nos auto-afirmar. O terceiro por um bêbado que tenta escapar da sua realidade por meio do vício. Onde nos passa um alerta sobre todos os vícios.No quarto um homem de negócios que passa tanto tempo contando o que acumulou que não tem tempo de desfrutar a vida. O príncipe mostra que isto também é um vício.No quinto um acendedor de lampiões, um bom homem que cumpre o seu dever mas esquece de questionar as ordens e assim não chega a lugar nenhum. No sexto um geógrafo que sabe toda a teoria, mas não aplica seus conhecimentos.

Desvendando Nelson Rodrigues- Alexandre Callari


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Biografias, Generale

Desvendando Nelson Rodrigues

Vida e obra no cinema e na televisão
Alexandre Callari
186 páginas
Nelson Rodrigues é amplamente considerado o maior dramaturgo da história brasileira. Suas obras, das quais se destacam Vestido de noiva, Os sete gatinhos e Bonitinha, mas ordinária, já foram encenadas centenas de vezes em todo o país e promoveram uma verdadeira revolução no nosso teatro. Rodrigues tornou-se conhecido, além dessa faceta, pelas dezenas de romances que escreveu, por seu singular trabalho como jornalista e cronista e por suas polêmicas posturas políticas e sociais.
Preço de capa: R$ 39,90





















Comentário sobre o livro:
   























Nelson Rodrigues é amplamente considerado o maior dramaturgo da história brasileira. Suas obras, das quais se destacam Vestido de noivaOs sete gatinhos e Bonitinha, mas ordinária, já foram encenadas centenas de vezes em todo o país e promoveram uma verdadeira revolução no nosso teatro. Rodrigues tornou-se conhecido, além dessa faceta, pelas dezenas de romances que escreveu, por seu singular trabalho como jornalista e cronista e por suas polêmicas posturas políticas e sociais.
Desvendando Nelson Rodrigues apresenta pela primeira vez o extenso trabalho e o legado de Nelson Rodrigues transpostos para o cinema e a televisão. Rodrigues escreveu roteiros originais para a tevê e diálogos para o cinema, trabalhou como produtor e produtor executivo em várias ocasiões, além de ter tido dezenas de obras adaptadas ao longo de mais de cinco décadas de produção. Conheça a obra completa desse emblemático e autêntico homem multimídia do Brasil em uma edição altamente informativa, indispensável para fãs do escritor, do cinema, da televisão nacional e da arte em geral.

Biblioteca escolar: muito além dos livros

  1. Introdução A biblioteca escolar ainda é vista, muitas vezes, como um espaço silencioso, destinado apenas ao empréstimo de livros ou ao...