terça-feira, 29 de abril de 2014

Grace - A Princesa De Mônaco

GRACE - A PRINCESA DE MÔNACO

Li sobre este livro no Jornal "Estado De Minas e achei interessante:
Formato: Livro
Idioma: PORTUGUES
Editora: LEYA BRASIL
 De uma determinação rara e se tornou a atriz mais midiática de 1954, ganhando o Oscar por Amar é Sofrer.
No entanto, foi Alfred Hitchcock quem a fez entrar definitivamente no círculo das grandes estrelas legendárias quando lhe confiou três papéis principais: em Disque M para Matar (1954), Janela Indiscreta (1954) e Ladrão de Casaca (1955). Foi durante as filmagens deste último que ela conheceu o Principado de Mônaco. Ela encarnou o ideal feminino do mestre do suspense, com quem desenvolveu uma amizade inabalável.
Apesar dos inevitáveis romances inventados pela imprensa com parceiros de prestígio, como Clark Gable, Cary Grant e William Holden, sua vida privada continuou discreta. Seu principal affair foi ninguém menos que o célebre costureiro Oleg Cassini, apesar da reticência de seus pais com relação a um homem brilhante, certamente, mas que não era católico e já divorciado.
Por ocasião do Festival de Cannes de 1955, seu encontro com o príncipe Rainier III durante uma visita ao Palácio de Mônaco, organizado pela revista Paris Match, mudou radicalmente seu destino. Após uma visita do príncipe à família Kelly durante o Natal, o anúncio do noivado desencadeou uma avalanche na mídia, tomando uma amplitude ainda maior para o que foi chamado de “o casamento do século”, em 19 de abril de 1956.
Renunciando ao cinema, dedicando-se aos filhos Caroline (1957), Albert II (1958) e Stephanie (1965), dividindo as tarefas e responsabilidades com seu marido, o príncipe Rainier, e devotando-se incansavelmente ao serviço do Principado e dos monegascos, a princesa Grace executou com perfeição seu papel junto às famílias reais europeias, nos meios sociais, ambientalistas, culturais e no cenário internacional. Sua nobreza de caráter e seu carisma trouxeram uma áurea de glamour que fascinou a mídia e refletiu sobre o prestígio do Principado.
Vale ressaltar a importância dos trabalhos que desenvolveu nos meios sociais, ambientalistas e culturais, conferindo a Mônaco um brilho inigualável.
Em 14 de setembro de 1982, aos 52 anos, a princesa Grace perdeu a vida em consequência de um acidente de carro.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A Inconfidência Mineira na Literatura

  • Entrelinhas - Poesia dos Inconfidentes - Parte I - YouTube

    www.youtube.com/watch?v=L8LMkG7Rju4
    28/04/2009 - Vídeo enviado por RadarCultura
    Às vésperas do feriado de Tiradentes, o Entrelinhas destaca a obra de poetas que participaram da ...
  • Entrelinhas - Poesia dos Inconfidentes - Parte II - YouTube

    www.youtube.com/watch?v=4xu-abBSm3Y
    28/04/2009 - Vídeo enviado por RadarCultura
    Às vésperas do feriado de Tiradentes, o Entrelinhas destaca a obra de poetas que participaram da ...

  • domingo, 6 de abril de 2014

    Dona Flor e seu dois maridos- Jorge Amado

    Dona Flor e seus dois maridos 


    Romance, 1966 | Posfácio de Roberto DaMatta 

         Num domingo de Carnaval, Vadinho parou de sambar e caiu duro. Uma vida de boemia chegava ao fim: cachaça, jogatina e noites de esbórnia arruinaram o jovem malandro. Dona Flor acorreu em prantos ao corpo do marido, fantasiado de baiana. Em sete anos de casamento, sofrera com as safadezas de Vadinho, mas o amava.
         Viúva, Florípedes Guimarães concentra-se nas aulas de cozinha na escola Sabor e Arte. Um ano depois da morte de Vadinho, porém, o desejo do corpo lhe incendeia o recato da alma.
         O farmacêutico Teodoro Madureira surge como pretendente. Do namoro e de um noivado pudico, eles passam ao casamento. Cerimonioso e equilibrado, o segundo marido é o oposto do primeiro. Dr. Teodoro vive para a farmácia e para os ensaios de fagote. Flor é feliz com ele, mas sente um vazio que não sabe definir.
         Certa noite, depois de um ano de casada, dona Flor toma um susto: Vadinho está nu, deitado na cama, rindo e acenando para ela. O fantasma do malandro passa a viver com o casal.
         No melhor estilo de crônica de costumes, Dona Flor e seus dois maridos descreve a vida noturna de Salvador, seus cassinos e cabarés, a culinária baiana, os ritos do candomblé e o convívio entre políticos, doutores, poetas, prostitutas e malandros.
         Uma das mais conhecidas personagens femininas do autor, dona Flor encarna contradições bem brasileiras. Dividida entre o fiel e comedido Teodoro e o extravagante e voluptuoso Vadinho, ela decide viver o melhor de dois mundos.
         A narrativa faz um retrato inventivo e bem-humorado das ambigüidades que marcam o Brasil, país dividido entre o compromisso e o prazer, a alegria e a seriedade, o trabalho e a malandragem.

    Jornal Literário — Resumindo a Literatura Homenageado da edição: Ferreira Gullar

      1. Abertura da postagem Nesta edição do Jornal Literário — Resumindo a Literatura , o homenageado é Ferreira Gullar , um dos grandes no...