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12/05/2013 - Vídeo enviado por Marcio MedinaSó para correção, essa música foi escrita por Henrique Ruiz, tocada e cantada pelo RAPPA e com a produção ...
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Letra e vídeos da música- Vem pra rua
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Lua de Rapadura- Marilene Godinho
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domingo, 23 de junho de 2013
Marilene Godinho
Marilene Godinho
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Marilene Pereira Godinho Soares (Caratinga, 26 de agosto de 1941) é uma poetisa brasileira.
Biografia [editar]
Godinho estudou no colégio Nossa Senhora do Carmo, onde cursou o primário, ginasial, normal e científico. Na faculdade de Santa Úrsula, no estado do Rio de Janeiro, fez o curso de pedagogia, que não chegou a concluir. Cursou Espanhol no Centro Cultural Brasil-Espanha em Belo Horizonte. Cursou Letras Português - Fracês na Faculdade de Filosofia de Caratinga - MG.
Realiza significativa atividade intelectual e artística em Caratinga, colaborando no estímulo à educação e ao desenvolvimento das crianças.
Prêmios [editar]
- Venceu primeiro concurso de contos de Viçosa
- Prêmio Nacional de Poesia Cora Coralina da Bahia.
Obras [editar]
- Balão Azul (1978)
- Boneca de pano (1980)
- O menino palhaço (1982)
- A avó que não era antiga (1983)
- Uma canção de amor para Tiago (1985)
- O galo que não sabia cantar (1987)
- Lua de rapadura (1990)
- Muidinho (1991)
- Quem ama com fé (1992)
- Irmão Sol, irmã Lua (1995)
- Nas águas de meu pai (1996)
- Hora anda, hora para (1997)
- Gorducha (1997)
- Gaguinho (1998)
- É da roça (1999)
- Menino ama menino (2000)
- O gato que não sabia miar (2000)
- Filha quer mãe não quer (2001)
- Passarin (2001)
- Pintor de rodapé ou pingo no i (2002)
- Foguete no picadeiro (2002)
- A grande festa (2003)
- No reino das águas (2004)
- Cada letra uma aventura (2005)
- Deste amigo não me livro (2006)
- Lua de Rapadura 2 (2008)
- Louvação (2010)
- Circo Alegria (2010)
- Sabores da Mulher (2011)
- Realiza significativa atividade intelectual, artística e cultural em Caratinga, colaborando no estímulo à educação, na formação do hábito de leitura e no desenvolvimento das crianças.
Realiza eventos no lançamento de seus livros e em homenagens a figuras ilustres da terra. Num intercâmbio de artes, já trouxe a Caratinga o Grupo de Balé Cristina Helena, o grupo folclórico Aruanda, a Escola de Dança Marcela Coelho e a Orquestra Sinfônica de Diamantina. Nessas oportunidades, apresenta artistas da cidade dando ênfase à poesia na declamação de poemas feita pelas crianças das escolas. Ministra oficinas de produção de textos às crianças de Caratinga e região. Palestras sobre a arte de conviver nos cursos Cleber Godinho de oftalmologia, que reúne médicos do Brasil e do exterior. Ministrou curso de produção de texto aos professores da DRE; curso sobre alfabetização e produção de texto aos professores da SER; curso de ética às professoras da rede municipal e aos funcionários da prefeitura de Santa Bárbara do Leste. Ganhou festival da canção em Raul Soares (1976), classificando-se em 1º, 2º e 3º lugares. Compõe músicas populares e hinos, como o hino a São João Batista em Caratinga, o hino de Inhapim, da escola Afonso Vaz de Raul Soares, de São Domingos das Dores e Lions Clube – Distrito L XI. É cidadã honorária de Inhapim e de São Domingos das Dores. Troféus e comendas Prêmio Cecília Meireles – Itabira. Moção de aplauso pela Câmara Municipal de Caratinga. Diploma de honra ao mérito concedido pelo SESU. Destaque do ano pelo jornal de Caratinga, pelo colunista Tião de Lima. Mulheres de Ouro, promoção do jornalista Tião de Lima. Troféu Santo Forte, concedido pela viação Rio Doce, pelos vinte anos de literatura. É personalidade do século, concedido pelo jornal de Caratinga. Mérito Legislativo concedido pela Câmara Municipal de Caratinga. Participou do júri que elegeu a garota Glamour de Minas Gerais, acontecido em congonhas, numa promoção do jornalista Nicolau Neto. Foi jurada do concurso literário promovido pela parte social do Hospital Mater Dei. Escreve há trinta anos para o Jornal de Caratinga. Publicou artigos na revista Caratinga. Participou da Bienal do Livro, São Paulo e da Semana do Livro, Juiz de Fora. Prêmios Venceu o primeiro concurso de contos de Viçosa. E o Prêmio Nacional de Poesia Cora Coralina, da Bahia Foi patronesse do I e II Prêmio de Literatura Infantil “Marilene Godinho” – 2009-2010, promovido pela Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Políticas para a Juventude – Prefeitura de Caratinga.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Amácio Mazzaropi
Amácio Mazzaropi
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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| Mazzaropi | |
|---|---|
| Nome completo | Amacio Mazzaropi |
| Nascimento | 9 de abril de 1912 São Paulo |
| Nacionalidade | |
| Morte | 13 de junho de 1981 (69 anos) Taubaté, São Paulo |
| Ocupação | ator, produtor, cantor, |
| Cônjuge | Geny Prado |
| IMDb: (inglês) (português) | |
Amácio Mazzaropi (São Paulo, 9 de abril de 1912 — Taubaté, 13 de junho de 1981) foi um ator e cineasta brasileiro.1
Índice[esconder] |
Biografia[editar]
Filho de Bernardo Mazzaroppi, imigrante italiano e Clara Ferreira, portuguesa, com apenas dois anos de idade sua família muda-se para Taubaté, no interior de São Paulo. O pequeno Amácio passa longas temporadas no município vizinho deTremembé, na casa do avô materno, o português João José Ferreira, exímio tocador de viola e dançarino de cana verde. Seu avô também era animador das festas do bairro onde morava, às quais levava seus netos que, já desde cedo, entram em contato com a vida cultural do caipira, que tanto inspirou Mazzaropi1 .
Em 1919, sua família volta à capital e Mazzaropi ingressa no curso primário do Colégio Amadeu Amaral, no bairro do Belém. Bom aluno, era reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las, tornando-se o centro das atenções nas festas escolares. Em 1922 morre o avô paterno e a família muda-se novamente para Taubaté, onde abrem um pequeno bar. Mazzaropi continua a interpretar tipos nas atividades escolares e começa a frequentar o mundo circense. Preocupados com o envolvimento do filho com o circo, os pais mandam Amácio aos cuidados do tio Domenico Mazzaroppi em Curitiba, onde trabalha na loja de tecidos da família1 .
Já com quatorze anos, em 1926, regressa à capital paulista ainda com o sonho de participar em espetáculos de circo e, finalmente, entra na caravana do Circo La Paz. Nos intervalos do número do faquir, Mazzaropi conta anedotas e causos, ganhando uma pequena gratificação. Sem poder se manter sozinho, em 1929 Mazzaropi volta a Taubaté com os pais, onde começa a trabalhar como tecelão, mas não consegue se manter longe dos palcos e atua numa escola do bairro1 .
O teatro, o rádio e a televisão[editar]
Com a Revolução Constitucionalista de 1932 segue-se uma grande agitação cultural e Mazzaropi estreia em sua primeira peça de teatro, chamada A herança do Padre João. Já em 1935, consegue convencer seus pais a seguir turnê com sua companhia e a atuarem como atores. Até 1945, a Troupe Mazzoropi percorre muitos municípios do interior de São Paulo, mas não há dinheiro para melhorar a estrutura da companhia1 .
Com a morte da avó materna, Dona Maria Pita Ferreira, Mazzaropi recebe uma herança suficiente para comprar um telhado de zinco para seu pavilhão, podendo assim estrear na capital, com atuações elogiadas por jornais paulistanos. Depois, parte com a companhia em turnê pelo Vale do Paraíba. A grave situação de saúde de seu pai complica a situação financeira da companhia de teatro e, em 8 de novembro de 1944, falece Bernardo Mazzaroppi1 .
Dias após a morte de seu pai, estreia no Teatro Oberdan ao lado de Nino Nello, sendo ator e diretor da peça Filho de sapateiro, sapateiro deve ser, acolhida com entusiasmo pelo público1 .
Em 1946, convidado por Dermival Costa Lima da Rádio Tupi, estreia o programa dominical Rancho Alegre, encenado ao vivo no auditório da rádio no bairro do Sumaré e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Em 1950, este mesmo programa estreou na TV Tupi, mas agora contava com a coadjuvação dos atores João Restiffe e Geny Prado. Mazzaropi tinha um hobby, gostava de cantar Valsa, MPB e Seresta com os seus amigos1 .
O cinema[editar]
Convidado por Abílio Pereira de Almeida e Franco Zampari, Mazzaropi estreia seu primeiro filme, intitulado Sai da Frente, em 1952, rodado pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, onde produziria mais dois filmes. Com as dificuldades financeiras da Vera Cruz, Mazzaropi faz, até 1958, mais cinco filmes por diversas produtoras1 .
Naquele mesmo ano, vende sua casa e cria a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi). O primeiro filme da nova produtora éChofer de Praça, que agora passa não só a produzir, mas distribuir os filmes em todo o Brasil. Em 1959 é convidado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o famoso Boni, na época da TV Excelsior de São Paulo, a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, o Jeca Tatu, que vai aos cinemas no ano seguinte1 .
Em 1961, Mazzaropi adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação, que produzirá seu primeiro filme em cores, Tristeza do Jeca, que também será o primeiro filme veiculado na televisão pela Excelsior e a ganhar prêmios para melhor ator coadjuvante, Genésio Arruda, e melhor canção1 .
Cinco anos mais tarde, lança o filme O Corintiano, recorde de bilheteria do cinema nacional. Em 1972 é recebido pelo então presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, ao qual pede mais apoio ao cinema brasileiro. Em 1974, roda Portugal, minha saudade, com cenas gravadas no Brasil e em Portugal1 .
No ano seguinte, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico, oficina de cenografia e um hotel para os atores e técnicos. A partir de então produz e distribui mais cinco filmes até 19791 .
Seu 33º filme, Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre vítima de um câncer namedula óssea aos 69 anos de idade no hospital Albert Einstein de São Paulo. É enterrado na cidade de Pindamonhangaba, no mesmocemitério onde seu pai já repousava. Nunca se casou, mas deixou um filho adotivo, Péricles Mazzaropi1 .
Em 1994 é inaugurado o Museu Mazzaropi, localizado na mesma propriedade dos antigos estúdios, recolhendo a história da carreira de um dos maiores nomes do cinema, do teatro e da televisão brasileiros. Foi somente na década de 1990 que a cultura brasileira começou a ver de uma outra óptica a obra de Mazzaropi, que durante sua vida sempre foi duramente atacado (ou ignorado) pela crítica e pela intelectualidade1 .
Filmografia[editar]
- Sai da frente (1952)
- Nadando em dinheiro (1952)
- Candinho (1954)
- A carrocinha (1955)
- Fuzileiro do Amor (1956)
- O Gato de Madame (1956)
- Chico Fumaça (1956)
- O Noivo da Girafa (1957)
- Chofer de Praça (1958)
- Jeca Tatu (1959)
- As Aventuras de Pedro Malazartes (1959)
- Zé do Periquito (1960)
- Tristeza do Jeca (1961)
- O Vendedor de Linguiça (1961)
- Casinha Pequenina (1962)
- O Lamparina (1963)
- Meu Japão Brasileiro (1964)
- O Puritano da Rua Augusta (1965)
- O Corintiano (1966)
- O Jeca e a Freira (1967)
- No Paraíso das Solteironas (1969)
- Uma pistola para Djeca (1969)
- Betão Ronca Ferro (1971)
- O Grande Xerife (1972)
- Um Caipira em Bariloche (1973)
- Portugal... Minha Saudade (1974)
- O Jeca Macumbeiro (1975)
- Jeca contra o Capeta (1976)
- Jecão, um Fofoqueiro no Céu (1977) 2
- O Jeca e seu filho preto (1978)
- A Banda das Velhas Virgens (1979)
- O Jeca e a égua milagrosa (1980)
- Maria Tomba Homem (não concluído)
A partir de Chofer de Praça, em 1958, além de ser o protagonista, Mazzaropi também acumula as funções de produtor e roteirista, colaborando frequentemente com os diretores. Recentemente, foi lançada em DVD uma coleção de 22 de seus filmes em sete volumes. Alguns dos filmes tinham no título o nome "Jeca" mesmo ele tendo interpretado esse personagem apenas no filme Jeca Tatu1 .
Homenagens[editar]
Desde a década de 80 a cidade de São Paulo possui equipamentos culturais com filosofia descentralizada com o objetivo de formar profissionais da arte e da cultura (ou reforçar a sua formação). A Oficina Cultural que homenageia Amácio Mazzaropi foi criada em agosto de 1990 e está instalada num edifício centenário (1912), construído especialmente para abrigar a segunda mais antiga Escola Normal de São Paulo, a Escola Padre Anchieta. O Condephaat tombou o prédio em 1988. Trata-se de um centro fomentador da cultura brasileira, responsável em trabalhar o resgate da cultura popular e o intercâmbio entre artistas com atividades nas diversas expressões artísticas. O objetivo é integrar artistas amadores e profissionais, formar públicos e ampliar sua atuação para bairros como o Brás, oPari, o Belém e a Mooca1 .
Outra homenagem significativa é o filme longa-metragem Tapete Vermelho. Trata-se de um caipira (vivido por Matheus Nachtergaele) que resolve mostrar ao filho quem era Mazzaropi. No caminho até o cinema que exibe um filme do comediante, pai e filho se envolvem com violeiros que venderam a alma ao diabo, mandingas, o Movimento dos Sem-Terra, vigaristas que lhes roubam a mula, caminhoneiros e um milagre em Aparecida. Experiências que vão render a ambos uma grande lição sobre direitos humanos. A homenagem não pára no argumento do filme (que tem direção de Luiz Alberto Pereira): o ator Matheus Nachtergaele compõe um tipo com o mesmo andar e a mesma voz do ídolo1 .
No Carnaval de 2013 a Escola de Samba paulistana Acadêmicos do Tucuruvi prestou uma homenagem a Mazzaropi pelo centenário de seu nascimento em 2012, apresentando o enredo "Mazzaropi: o adorável caipira. 100 anos de alegria" 3
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r Museu Mazzaropi
- ↑ Cinemateca Brasileira, Jecão... Um Fofoqueiro no Céu [em linha]
- ↑ Caras on Line. 10/02/2013 - Com muito brilho, Acadêmicos do Tucuruvi homenageia Mazzaropi na avenida. Página visitada em 11 de Fevereiro de 2013.
Ligações externas[editar]
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Amácio Mazzaropi
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